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Atirador do GOE no Assalto ao BES

O assalto à dependência do Banco BES, em Lisboa, durante a tarde e início de noite de quinta-feira, acabou de forma trágica para os dois assaltantes, que foram neutralizados pelos membros da polícia de segurança pública (PSP), sendo o desfecho iniciado por um atirador do GOE (GOE: Grupo de Operações Especiais, da PSP).

O atirador do GOE, com ordens para atirar a matar mal tivesse uma linha de tiro, sem pôr em risco a vida dos reféns, disparou contra um dos assaltantes, num breve momento em que este se afastou um pouco da refém, como se pode ver nos vídeos do assalto. O assaltante teve morte instantânea, desencadeando o rápido final da situação de assalto e sequestro, que durava desde as 15h00.

Como ser um atirador do GOE

Muitos são os jovens interessados em tornarem-se membros do grupo de atiradores de elite da polícia. Cada um deles sonha em ser um atirador do GOE, ou sniper, mas apenas os melhores acabam por ser admitidos, após várias provas de selecção e cumprimento de requisitos essenciais. Alguns dos requisitos fundamentais que estes atiradores de elite devem cumprir são os seguintes:

Boa visão (leia-se “visão perfeita”); o candidato a sniper tem de pertencer à PSP; o historial do atirador é importante, nomeadamente a familiarização com armas e com prática de tiro; perfeita condição física; óptima condição mental, para lidar com situações em que há vidas ameaçadas, e pode haver risco para a sua própria vida também; capacidade para tomar decisões em ambientes de intenso stresse e desgaste; etc.

Treinando todos os dias, e usando carabinas especiais e personalizadas para que a coronha da arma se adapte perfeitamente ao ombro do atirador que a vai usar, os snipers tornam-se máquinas de matar, podendo tirar vidas para salvar outras.

Embora a expressão “atirar a matar” seja evitada, usando-se em vez dessa, a ordem “atirar para neutralizar”, o efeito final vem a ser o mesmo. O lema do sniper, ou atirador especial indica claramente a forma como actuam numa situação em que há vidas inocentes em risco de morte iminente como a que se viveu no assalto ao BES: “Um tiro, um morto”.

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